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Curso do Passe Teorico Pratico

Curso do Passe Teorico Pratico


Associação Paz e Amor de Viana do Castelo
Rua Cidade de Recife lote 5/6 Apartado, 113
4900-379 Viana do Castelo
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                                                            CURSO BÁSICO DO PASSE (TEÓRICO/PRÁTICO)


APA- ASSOCIAÇÃO PAZ E AMOR
Org. - Guido Pinheiro

Inicio: Setembro de 2008
Final: Dezembro de 2008



1. Objectivo

Vamos dar início à segunda parte deste curso (parte prática do passe). Devemos
para isso preparar-nos adequadamente afim de sermos eficientes na execução dessa
tarefa.
A primeira fase que acabamos de realizar, foi o adquirirmos conhecimentos
teóricos, os quais nos irão permitir compreender claramente o trabalho que iremos
realizar, os objectivos a serem alcançados e os recursos de que dispomos para a sua
prática. Uma vez cientes desses aspectos, vamo-nos dedicar à segunda fase que é a
aplicação de todos estes conhecimentos no campo prático. De princípio vamos ser
inexperientes e acanhados por não estarmos habituados a manejar esses recursos e
ferramentas de que dispomos. Falta-nos maturidade. Através da vivência que
ganharemos no estágio prático, vamo-nos tornando elementos maduros e cada vez mais
eficientes.
O constante aperfeiçoamento das técnicas práticas, recorrendo aos conhecimentos
teóricos adquiridos, é que dará o aperfeiçoamento do trabalhador ao serviço da APA.


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Índice
1. Objectivo 1
1ª Lição 3
2. Esclarecimentos Básicos 4
Pré-requisitos 4
Requisitos 4
O primeiro requisito 4
O segundo requisito 4
Convenções 4
Passista 4
Passista magnético 4
Passista mediúnico ou médium passista 4
Guia mediúnico 5
Paciente 5
Obsessor 5
Obsediado 5
Encarnado 5
Desencarnado 5
Plano Físico ou Material 5
Plano Astral ou Erraticidade 5
Comparação entre os planos astral (Erraticidade) e físico 5
Corpo Físico 6
Perispírito 6
Centros de Força (Chacras) 6
3. Minigrupos (Lição Nº1) 7
4. Teste (Lição Nº1) 8
2ª Lição 9
5. Passe - Formas de Aplicação 10
6. Vestimenta do Passista 11
7. A Corrente Mediúnica 12
8. Disposição do Paciente e do Passista 12
9. Aura 13
10. Minigrupos (Lição Nº2) 14
11. Teste (Lição Nº2) 15
3ª Lição 16
12. Sintonia e Brecha 17
13. Obsessão 17
14. As técnicas do passe 17
Imposição de mãos: 18
Passes Longitudinais 18
Passes 19
Passes Perpendiculares 19
Passes Colectivos 19
15. Passe à Distância 20
16. Minigrupos (Lição Nº3) 21
17. Teste (Lição Nº3) 22
4ª Lição 23
18. Auto passe 24
19. Algumas regras a ter em consideração 24
20. A Água Fluidificada 26
21. Obras consultadas 27
22. Mini grupos (Lição Nº4) 28
23. Teste (Lição Nº4) 29

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CURSO BÁSICO DO PASSE
(TEÓRICO/PRÀTICO)



1ª Lição





2- ESCLARECIMENTOS BÁSICO

3- MINIGRUPOS

4- TESTE




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2. Esclarecimentos Básicos
Neste Curso Básico de Passes (Prático) encontraremos vários conceitos que serão
repetidos intencionalmente, para que o candidato ao trabalho de passes se
consciencialize de questões que acreditamos essenciais ao seu bom desempenho. Não
será apresentada nenhuma novidade, são orientações extraídas de diversas obras
espíritas. Aqui o passe apresenta-se na sua simplicidade e eficiência cristã, sem
supérfluos acrescentados pelos exageros dos homens.
Pré-requisitos
Para o candidato a passista, é indispensável ter a firme vontade de servir o
próximo, sem pretender vantagens pessoais, ou seja, ele deve ter fraternidade e
solidariedade suficiente. Uma vez atendida essa exigência básica, basta observar aquilo
que solicita o bom senso: Ser adulto e ter saúde mental e física normais. Só isto!
Apenas isto! Portanto, quem preencher esses requisitos básicos, estará plenamente apto
para iniciar a sua aprendizagem para dar os Passes Magnéticos.
Requisitos
Por favor, preste bem atenção porque, na questão anterior, o pré-requisito foi
apenas para um candidato a passista, ou seja, quem ainda não é mas deseja ser um
passista. Mas agora vamos tratar de algo muito mais grave e sério.
Mas, afinal de contas, quais são esses requisitos assim tão importantes, rigorosos,
intransigentes e imprescindíveis para o passista ser realmente competente?
O primeiro requisito
Esta exigência claramente salta aos olhos, de tão óbvia que é, porque diz respeito à
competente aprendizagem, teórica e prática, do Passe. Em palavras mais directas - Tal
qual como em outras importantes actividades humanas, nos Passes só se pode adquirir
competência após suficiente e competente aprendizagem.
O segundo requisito
Este não é tão óbvio assim porque se trata de uma exigência que só pode ser
percebida por quem entende bem deste assunto. E qual é esse segundo requisito? São os
suficientes, necessários e competentes estudo, entendimento e (finalmente)
compreensão do Magnetismo Espiritual e Humano, compreensão sem a qual a missão
de ser um passista competente é impossível!
Convenções
Ao longo deste curso, adoptaremos as seguintes convenções:
Passista
É o encarnado que dá (ou aplica) um Passe, seja Magnético ou Mediúnico.
Passista magnético
É o encarnado que dá (ou aplica) especificamente um Passe Magnético.
Passista mediúnico ou médium passista
É o encarnado, obrigatoriamente médium de incorporação, que aparentemente dá
(ou aplica) um Passe Mediúnico, embora na realidade ele seja apenas o intermediário
(activo ou passivo) do verdadeiro autor daquele Passe, o seu guia mediúnico!
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Guia mediúnico
É o benfeitor espiritual, desencarnado, que actua magneticamente no seu médium
de incorporação, cujo corpo físico momentaneamente utiliza (parcial ou totalmente)
para dar Passes Mediúnicos, fazer Palestras, Psicografar mensagens ou um livro, etc.
Paciente
É o encarnado que recebe um Passe, seja Magnético ou Mediúnico.
Obsessor
É o desencarnado que - sozinho ou associado com outros obsessores, com maior ou
menor intensidade, por este ou aquele motivo, de maneira consciente e voluntária ou
não - exerce influência energética nociva sobre um encarnado ou sobre um grupo de
encarnados.
Obsediado
É o encarnado que sofre uma acção obsessiva produzida por um ou mais
obsessores.
Encarnado
É o ser humano que actualmente está encarnado no plano físico ou plano material
da Terra, onde utiliza um corpo físico ou material.
Desencarnado
É o ser humano que actualmente não está encarnado no plano físico da Terra. Ele
vive no plano astral da Terra, onde utiliza um corpo astral. Em verdade, ele também está
encarnado num corpo astral.
Plano Físico ou Material
É o mundo, ou plano vibratório, onde os encarnados vivem e actuam enquanto
estão acordados, lúcidos e despertos nos seus corpos físicos. É constituído de matéria
física.
Plano Astral ou Erraticidade
É o mundo, ou plano vibratório, onde os desencarnados vivem e actuam 24 horas
por dia, e também onde os encarnados podem viver e actuar algumas horas por dia,
todos os dias, enquanto os seus corpos físicos dormem no plano físico. É constituído por
matéria astral, (fluído universal, ou primitivo).
Comparação entre os planos astral (Erraticidade) e físico
Eles são extremamente diferentes quanto às suas vibrações moleculares. Em
verdade, a diferença vibratória entre esses dois planos é enorme porque, enquanto a
matéria física é pesada, compacta e grosseira, a matéria astral (fluído universal, ou
primitivo) é leve, subtil e etérea! Justamente por este motivo, a matéria astral não pode
actuar directamente na matéria física, mas pode interpenetrá-la.
Em outras palavras. Um mesmo espaço não pode ser ocupado por duas matérias
físicas. Analogamente, é fácil deduzir que este mesmo impedimento intransponível
ocorre com a matéria astral. No entanto, um mesmo espaço pode ser ocupado,
simultaneamente, pelas matérias astral e física, mas uma não pode actuar directamente
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sobre a outra - porque cada uma está em um mundo vibratório diferente - embora
ambas possam exercer influências magnéticas unilaterais e/ou mútuas.
Por exemplo - No plano físico, num mesmo local, desencarnados podem estar (e
frequentemente estão) ao lado de encarnados.
Neste caso, os desencarnados não podem actuar directamente nem na matéria
física nem sobre os encarnados. E vice-versa. Mas os desencarnados podem actuar
indirectamente sobre os encarnados e na matéria física, através de influências
energéticas subtis, boas ou más, fracas ou fortes, eventuais ou contínuas. E vice-versa.
Todavia, os desencarnados têm uma vantagem porque eles podem ver e ouvir os
encarnados, mas a recíproca não é verdadeira porque os encarnados (com excepção de
determinados "paranormais" videntes e auditivos) não podem ver nem ouvir os
desencarnados.
Corpo Físico
É um corpo (descartável) constituído de matéria física. Durante a encarnação no
plano físico, ou seja, desde o berço até o túmulo, cada encarnado utiliza um seu
exclusivo corpo físico. Como é óbvio, em cada encarnação o encarnado utiliza um
corpo físico diferente. Somente o encarnado tem corpo físico.
Um convite à nossa reflexão! - Já pensamos a este respeito? Já percebemos
que, neste facto que se repete tanto na nossa existência, está uma demonstração clara e
concreta do amor, do carinho e da atenção do Criador com todas e cada uma das Suas
criaturas da Terra? Ou será que, tratando-se mesmo de um facto extremamente
significativo, normalmente não temos consciência de que, em cada uma das nossas
dezenas de reencarnações neste planeta, cada um de nós recebe, gratuitamente, um
corpo físico individualizado, personalizado e exactamente de acordo com as nossas
necessidades evolutivas naquele momento?
Perispírito
É um corpo (milenar) constituído de matéria astral (fluído universal, ou primitivo),
porém é similar ao corpo físico, tanto na aparência quanto na constituição interna. Tanto
os encarnados quanto os desencarnados, cada um tem o seu próprio e exclusivo corpo
perisperitual.
É o modelador do correspondente corpo físico, ou seja, o corpo físico do
encarnado é uma réplica material do seu corpo perisperitual.


Centros de Força (Chacras)
São órgãos subtis (ou extra físicos). As principais funções dos C.F. são captar e
emitir energias subtis. Para cada C.F. principal, localizada no perispírito, existe o
correspondente plexo no corpo físico. O que acontece com um imediatamente repercute
no outro, por exemplo, o que ocorrer com o C.F. coronário do perispírito
instantaneamente repercutirá no plexo coronário do corpo físico, e vice-versa. Cada C.F.
do perispírito liga-se a uma determinada região do corpo físico, através do
correspondente plexo nervoso, por exemplo, o C.F. cardíaco liga-se ao sistema
cardiovascular do corpo físico através do plexo cardíaco.


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CURSO BÁSICO DO PASSE (TEÓRICO/PRÁTICO)

3. Minigrupos (Lição Nº1)
Leia com atenção os textos distribuídos e responda, por escrito, às questões:
Minigrupo 1
Que função teve a primeira fase do curso do passe?
O que entende por pré-requisitos?
Dêem a definição de médium passista.
Definam o -plano Astral ou Erraticidade‖.
Expliquem como os desencarnados podem actuar sobre os encarnados.
Definam o que são Centros de Força.
Um elemento do grupo funcionará como secretário para posteriormente apresentar as
conclusões.
Minigrupo 2
O que é que nos diz o -primeiro pré-requisito‖?
Que função tem o guia mediúnico?
Os planos Astral e Físico são iguais? Expliquem.
Definam o -Corpo Físico‖.
Definam o -Desencarnado‖.
Expliquem qual a intenção da repetição dos vários conceitos apresentados.
Um elemento do grupo funcionará como secretário para posteriormente apresentar as
conclusões.
Minigrupo 3
O que é que vos diz o -segundo requisito‖?
Definam o -Obsessor‖.
Definam o -Plano Físico ou Material‖.
Digam porque os desencarnados não podem actuar directamente na matéria física.
Definam o -Perispírito‖.
Definam o -Passista‖.
Um elemento do grupo funcionará como secretário para posteriormente apresentar
as conclusões
Minigrupo 4
Responder às questões dos Minigrupos 1,2 e 3
Um elemento do grupo funcionará como secretário para posteriormente apresentar as
conclusões


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CURSO BÁSICO DO PASSE (TEÓRICO/PRÁTICO)

4. Teste (Lição Nº1)
NOME:________________________________DATA: ___/___/
_____

MARQUE A ALTERNATIVA CORRECTA COM UM -X‖.

1.1- Quais as vantagens que o passista não deve pretender?
( ) a- De ser o primeiro do curso.
( ) b- Pessoais.
( ) c- Chegar ao fim do curso.
( ) d- Dar de graça.

1.2- O que é o passista magnético?
( ) a- Que faz movimentar as limalhas de ferro.
( ) b- Que faz tocar campainhas.
( ) c- Que dá magnetismo humano
( ) d- Que fabrica magnetos.

1.3- O que é o guia mediúnico?
( ) a- Um desencarnado.
( ) b- Um encarnado.
( ) c- Um vidente.
( ) d- Um médium desencarnado.

1.4- Os espíritos desencarnados podem sofrer uma acção obsessiva?
( ) a- sim.
( ) b- não.
( ) c- Sim, porque não tem corpo material.
( ) d- Não, porque não tem corpo material

1.5- O corpo Perispiritual é:
( ) a- Um corpo humano
( ) b- Uma réplica do corpo humano.
( ) c- Uma sombra .
( ) d- Uma luz.

1.6- Que tipo de matéria é constituída a Erraticidade?
( ) a- Doce.
( ) b- Rochosa.
( ) c- F.U.
( ) d- leve
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CURSO BÁSICO DO PASSE
(TEÓRICO/PRÀTICO)

2ª Lição


5-PASSE-FORMAS DE APLICAÇÃO

6-VESTIMENTA DO PASSISTA

7- A CORRENTE MEDIUNICA

8-DISPOSIÇÃO DO PACIENTE E DO PASSISTA

9- AURA

10-MINIGRUPOS

11- TESTE


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5. Passe - Formas de Aplicação
Antes de quaisquer considerações a respeito das formas de aplicação do passe,
convém lembrar que o passista deve, em primeiro lugar, preparar-se convenientemente,
através da elevação espiritual, deve encarar a transmissão do passe como um acto
eminentemente fraternal, doando o que de melhor tenha em sentimentos e vibrações.
A transmissão do passe faz-se pela vontade que dirige os fluidos para atingir os
fins desejados. Daí, concluir-se que antes de quaisquer posições, movimentos ou
aparatos exteriores, a disposição mental de quem aplica e de quem recebe o passe, é
mais importante. Deve-se, na transmissão do passe, evitar condicionamentos que já se
tornaram usuais mas que unicamente desvirtuam a boa prática espírita. Destacamos, a
seguir, aquilo que o conhecimento da mecânica dos fluidos já nos fez concluir:
5.1 Não há necessidade do toque, de forma alguma ou a qualquer pretexto, no
paciente, para que a transmissão do fluido ocorra. A transmissão se dá de aura
para aura. O encostar de mãos em quem recebe o passe causa reacções
contrárias à boa recepção dos fluidos e, mesmo, cria situações embaraçosas que
convém prevenir.
5.2 A Imposição de mãos, como o fez Jesus, é o exemplo correcto de transmitir o
passe. (Esse Centro Coronário -recebe em primeiro lugar os estímulos do
Espírito‖ o qual comanda os demais, vibrando todavia com eles em justo regime
de interdependência). O Centro Coronário supervisiona, ainda, os outros centros
vitais que lhe obedecem ao impulso...‖ (André Luiz).
5.3 Os movimentos que gradativamente foram sendo incorporados à forma da
aplicação do passe criaram verdadeiro folclore quanto a esta prática espírita,
desfigurando a verdadeira técnica. Os passistas passaram a preocupar-se mais
com os movimentos que deveriam realizar do que com o dirigir dos seus
pensamentos para movimentar os fluidos.
5.4 Não há posição convencionada para que o beneficiado deva postar-se para que
haja a recepção dos fluidos (pernas descruzadas, mãos em concha voltadas para
o alto, etc.). O importante é a disposição mental para captar os fluidos que
lhe são transmitidos e não a posição do corpo.

5.5 O médium passista transmite fluido, sem a necessidade de incorporação de um
espírito para realizar a tarefa. Daí decorre que o passe deve ser silencioso,
discreto, sem o balbuciar de preces, a repetição de -chavões‖ ou ao hábito de
palavras sacramentais.

5.6 O passe deve ser realizado em compartimento para isso destinado, evitando-se o
inconveniente de aplicá-lo em público, porque, além de perder em grande parte
o seu potencial pela curiosidade dos presentes e pela falta de harmonização do
ambiente, foge também à ética e à discrição cristã. O compartimento de passes
fica constantemente saturado de elementos fluídico-espirituais, permitindo um
melhor atendimento aos necessitados e eliminando factores de dispersão de
fluidos que geralmente ocorre no -passe em público‖.
5.7 Deve-se evitar os condicionamentos desagradáveis, tais como: estalidos de
dedos, palmas, o esfregar de mãos, respiração ofegante, sopros (excepto em
casos especiais), etc.
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5.8 Antigamente, quando se acreditava que o passe era simplesmente transmissão
magnética, criaram-se certas crendices que o estudo da transmissão fluídica
desfez, tais como: necessidade de se dar as mãos para que a -corrente‖ se
estabelecesse; alternância dos sexos para que o passe ocorresse; obrigação do
passista de se livrar de objectos metálicos para não -quebrar a corrente‖ etc.
5.9 Estamos mergulhados num -mar imenso de fluidos‖ e o médium, à medida que
dá o passe, carrega-se automaticamente de fluidos salutares. Portanto, não há
necessidade dos médiuns receberem passe de outros médiuns no final do
trabalho. Poderá haver cansaço físico, mas nunca desgaste fluídico, se o
trabalho for bem orientado.
5.10 O passe deve ser dado em ambiente adequado, no Centro Espírita. Evitar o
passe a domicílio para não favorecer o comodismo e o falso escrúpulo dos que
não querem ser vistos numa casa espírita porque isso abalaria sua -posição
social‖. Somente em casos de doença grave ou impossibilidade total de
comparecimento ao Centro é que o passe deverá ser dado, -por uma pequena
equipa‖, na residência do necessitado, enquanto perdurar o impedimento que o
mantém sem condições de comparecer à Casa Espírita.
5.11 A transmissão do fluído deve ser feita de pessoa a pessoa, devendo-se evitar
práticas esdrúxulas de se dar passes em roupas, toalhas e objectos pertencentes
ao paciente, bem como não há necessidade alguma de levar a sua fotografia
para que seja atendido a distância.
5.12 Não existe um número padronizado de passes que o médium poderá dar, acima
do qual ele estará a prejudicar-se. A quantidade de passes transmitidos poderá
levar o médium a um cansaço físico mas nunca à exaustão fluídica, se o
trabalho for bem orientado, pois a reposição de fluidos se dá automaticamente à
medida que o médium vai atendendo os que entram no compartimento do passe.
5.13 Convém lembrar que os fluidos espirituais transmitidos pelos desencarnados
passistas circulam primeiramente na cabeça dos médiuns (Centro Coronário e
Frontal), conforme explica André Luiz no livro -Nos Domínios da
Mediunidade‖, é desnecessário, portanto, que os médiuns ergam os braços para
captarem fluidos. -O pensamento influi de maneira decisiva, na doação de
princípios curadores‖.
5.14 Aos que participam ou visitam a Casa Espírita, não há obrigatoriedade de
tomar passes. Ora, a proposta é generosa pois deixa ao arbítrio de cada um
recebê-lo, ou não.

6. Vestimenta do Passista
O médium precisa vestir-se de branco para os trabalhos mediúnicos ou de passes?
-A roupa branca nenhuma influência vibratória exerce em relação aos Espíritos,
que sintonizam as emanações da mente, as irradiações da conduta.‖ Herculano Pires
-O espírita não se prende a exterioridades.‖ André Luiz
-Todas as formulas são meras charlatanearia. Não há palavra sacramental
nenhuma, nenhum sinal cabalístico, nem talismã, que tenha qualquer acção sobre os
Espíritos, porquanto estes só são atraídos pelo pensamento e não pelas coisas
materiais.‖ Allan Kardec

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7. A Corrente Mediúnica
-Será conveniente a preocupação de se formar cadeia, dando-se as mãos,
alguns minutos antes de começar a reunião ?‖
-A CADEIA é um meio material, que não estabelece entre nós a união, se esta
não existe nos pensamentos; mais conveniente do que isso é unirem-se todos por um
pensamento comum, chamando cada um, de seu lado, os bons Espíritos. Não imaginais
o que se pode obter numa reunião séria, de onde se haja banido todo o sentimento de
orgulho e de personalismo e onde reine perfeita e mútua cordialidade.‖ Allan Kardec
-A formação das chamadas pilhas mediúnicas, com o ajuntamento de médiuns em
torno do paciente, as correntes de mãos dadas ou os dedos sobre a mesa -condenadas
por Kardec- nada mais são do que resíduos do mesmerísmo (magnetismo) do século
passado, inúteis, supersticiosos e ridicularizantes.‖ Herculano Pires
-Chama-se -corrente‖ ao conjunto de forças magnéticas que se forma em dado
local, quando indivíduos de pensamentos e objectivos idênticos se reúnem e vibram em
comum, visando a sua realização.
Nessa corrente, além da conjugação de forças mentais, estabelece-se o
contacto entre as auras, casam-se os fluídos, harmonizam-se as vibrações individuais,
ligam-se entre si os elementos psíquicos e forma-se uma estrutura espiritual da qual
cada componente é um elo vivo, vibrante, operante, interligador do conjunto. Um
pensamento ou sentimento discordante individual, afecta toda a estrutura, dissocia-a,
desagrega-a e prejudica o trabalho, assim como o elo quebrado de uma corrente a torna
mais fraca ou imprestável.‖ Edgard Armond



8. Disposição do Paciente e do Passista
Como já vimos, o passe é modalidade de socorro, é acção fluídica de amor. Para
se aplicar o passe, é necessário atender a algumas recomendações básicas, a fim de que
se obtenham os resultados pretendidos. Ao passista solicita-se a harmonia íntima,
pensamento elevado mentalizando o Plano Superior, através da prece e vontade dirigida
ao auxílio do necessitado. A fé consciente, o pensamento firme no propósito de servir,
são condições fundamentais.
Cabe-nos a pergunta qual o número de passes que se pode aplicar?
Não existe número ou limite para a quantidade de passes que podemos aplicar.
Convém lembrar assim que a quantidade de passes transmitidos poderá levar o médium
a um cansaço físico mas nunca à exaustão fluídica, se o trabalho for bem orientado a
reposição de fluídos se dá automaticamente, à medida que o médium vai atendendo aos
necessitados.
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Por outro lado, requisita-se receptividade, fé e confiança no auxílio do Mais Alto,
e a mente em prece renovadora. Conforme nos conta André Luiz em seu livro -Nos
Domínios da Mediunidade‖, a eficácia do passe está directamente ligada ao estado de
confiança do paciente, sem a qual as irradiações magnéticas não penetram o veículo
orgânico, trazendo o medicamento adequado ao alívio do paciente.
É importante lembrar que, para o bom andamento do trabalho, é imprescindível a
experiência, o horário, a segurança e a responsabilidade do passista. A Lei não pode
menosprezar as linhas da lógica.

9. Aura
-Todos os seres vivos, dos mais rudimentares aos mais complexos se revestem
de um halo -halo energético‖ que lhes corresponde à natureza. A aura é portanto, a
irradiação provinda da vitalidade dos tecidos vivos tanto vegetais quanto animais. Este
facto pode ser comprovado cientificamente pelas fotos Kirlian, onde experiências
realizadas, demonstram que a aura envolve corpos celulares de vegetais e animais, e que
esta irradiação está directamente ligada à actividade celular, forte e radiante numa folha
viva, por exemplo, e enfraquece e enfraquece à medida que a actividade celular desta
reduz‖.
-No homem, contudo, semelhante a projecção surge profundamente
enriquecida e modificada pelos factores do pensamento contínuo que, se ajusta às
emanações do campo celular, lhe modelam, à volta da personalidade o conhecido corpo
vital ou duplo etéreo de algumas escolas espiritualistas, uma imitação mais ou menos
radiante da criatura‖.
Com os seus pensamentos e sentimentos habituais, o espírito (encarnado ou
não) influi sobre os fluidos do seu perispírito e lhe dá características próprias. Está
sempre a emanar esses fluidos, que o envolvem e acompanham em todos os
movimentos. É a sua aura, a sua -atmosfera individual -.
-(...) Aí temos, essa conjugação de forças físico-químicas e mentais, a aura
humana, peculiar a cada indivíduo, interpenetrando-o, ao mesmo tempo que
parece emergir dele, à maneira de campo de forma oval, não obstante de feição
irregular em que se configura, valendo por espelho sensível em que todos os
estados da alma se estampam com sinais característicos e em que todas as ideias se
evidenciam, formando cenas vivas (...).
Fotosfera psíquica, entretecida em elementos dinâmicos, atende à
cromática variada, segundo a onda mental que emitimos, retratando-nos todos os
pensamentos em cores e imagens que nos respondem aos objectivos e escolhas, que
enobrecem ou humilham.
Isso porque exterioriza (...) o reflexo de nós mesmos, nos contactos do
pensamento a pensamento, sem necessidade das palavras para as simpatias ou
repulsões fundamentais.‖ André Luiz
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CURSO BÁSICO DO PASSE (TEÓRICO/PRÁTICO)

10. Minigrupos (Lição Nº2)
Leia com atenção os textos distribuídos e responda, por escrito, às
questões:
Minigrupo 1
a- Acham que o toque no paciente é importante. Porquê?
b- Não sendo importante a posição do corpo então o que é mais importante?
c- O que consideramos condicionamentos desagradáveis no exercício do passe?
d- Será necessário que os passistas no final dos trabalhos de passe recebam passes?
e- As práticas esdrúxulas, no passe devem ou não ser utilizadas e porque?
f- O que faz atrair os espíritos bons quando se pratica o passe?
Um elemento do grupo funcionará como secretário para posteriormente apresentar as
conclusões.
Minigrupo 2
a- Digam porque a imposição das mãos como o exemplo de Cristo é o suficiente?
b- Porque é que o médium não necessita de incorporar para dar o passe?
c- Digam o que se entende por crendices e o que significavam no passe?
d- Quando é que o passe deve ser dado ao domicílio?
e- O cansaço físico tem a ver com a falta de fluído magnético?
f- Definam o que é uma corrente no trabalho espírita?
Um elemento do grupo funcionará como secretário para posteriormente apresentar as
conclusões.
Minigrupo 3
a- O que podemos entender por folclore no passe espírita?
b- Porque não se deve fazer passes públicos?
c- Digam a diferença entre desgaste fluídico e cansaço físico?
d- O passe ao domicílio deve ser dado sempre que alguém pede ou tem regras?
e- Como é feita da distribuição dos fluídos pelo guia mediúnico, ao passista?
f- Porque devemos ter controlo sobre a quantidade de passes que cada um realiza?
Um elemento do grupo funcionará como secretário para posteriormente apresentar as
conclusões
Minigrupo 4
Responder às questões dos Minigrupos 1,2,3
Um elemento do grupo funcionará como secretário para posteriormente apresentar as
conclusões


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CURSO BÁSICO DO PASSE (TEÓRICO/PRÁTICO)

11. Teste (Lição Nº2)
NOME:________________________________DATA: ___/___/
_____

MARQUE A ALTERNATIVA CORRECTA COM UM -X‖.

1.1- No passe para atingir os fins desejados o que é necessário?
( ) a- Estar bem disposto
( ) b- Bem humorado
( ) c- Disposição mental
( ) d- Vontade de fazer passes

1.2- Há alguma posição convencionada para receber o passe?
( ) a- Não
( ) b- Pernas cruzadas.
( ) c- Pernas descruzadas.
( ) d- Mãos em concha.

1.3- O passe em público perde parte do seu potencial porquê?
( ) a- Pela curiosidade, falta de harmonia e falta de ética espírita.
( ) b- Capacidade de concentração nas pessoas
( ) c- Não ter fluído suficiente para tanta gente de uma só vez.
( ) d- Vergonha do passista.

1.4- Para que serve o supro no passe?
( ) a- Como cura.
( ) b- Como chamamento.
( ) c- Como exorcismo.
( ) d- Para refrescar.

1.5- Como circula os fluídos espirituais transmitidos pelos espíritos no passista?
( ) a- Nos braços
( ) b- Nas mãos
( ) c- Na cabeça
( ) d- Nos pés.

1.6- O que é a atmosfera individual?
( ) a- Ar natural.
( ) b- A Aura
( ) c- O perispírito
( ) d- Corpo astral
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CURSO BÁSICO DO PASSE
(TEÓRICO/PRÀTICO)

3ª Lição



12- SINTONIA E BRECHA

13- OBSESSÃO

14- AS TÉCNICAS DO PASSE

15- O PASSE À DISTÂNCIA

16-MINIGRUPOS

17- TESTE





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12. Sintonia e Brecha
Pelo modo de sentir e pensar estabelecemos um ajuste de comprimento de
onda vibratória entre nós e os que pensam e sentem igual a nós; ou seja, o grupo entra
em sintonia e produz um certo tipo de fluido idêntico aos fluidos que são produzidos
pelos espíritos e assim poderão, então -combinar‖os seus fluidos com os nossos.
Quando estabelecemos sintonia e combinação de fluidos para o mal,
estamos a dar uma -brecha‖ aos espíritos inferiores.
Vigilância e oração evitam ou corrigem a influência negativa de outros
sobre nós ou de nós sobre outrem.
-A nossa aura, quando equilibrada, saudável, brilhante, se constitui num
escudo que nos defende das irradiações inferiores, como, por exemplo, pensamentos de
inveja, ciúme, vingança, ódio, etc. que estão contidos no espaço que nos circunda, em
formas de ondas mentais, prontas a alimentarem poderosamente o nosso campo
energético, se sintonizarmos com elas.
A nossa aura nos defende também da interferência de Espíritos inferiores,
repelindo a sua nefasta influência a qual, entre outros prejuízos, podem nos provocar
doenças no corpo espiritual e, depois, no corpo físico, ou se ligarem a nós em processos
obsessivos de toda espécie.‖ Salvador Gentile
13. Obsessão
A obsessão só se instala quando o obsessor encontra no obsidiado fraquezas
morais que possam ser exploradas, são os pontos fracos da personalidade.

No corpo humano, uma doença só aparece quando há uma fragilidade no
organismo físico. Na área psíquica, o indivíduo, se estiver fraco moralmente, estará
sujeito a obsessão.

Conhecendo as fraquezas do obsedado, o Espírito obsessor vai aos poucos
obtendo domínio mental sobre ele. Se a obsessão se alastrar, e não for tratada em tempo
hábil, haverá um aumento progressivo da afinidade fluídica entre o obsessor e obsedado.
14. As técnicas do passe
Antes de entrarmos nas técnicas mais comuns do passe, direccionadas para as
mais diversas necessidades, existe um ponto de muita importância que Jacob Melo nos
avisa no Seu Livro "Manual do Passista". No momento da aplicação em si, os passistas
poderão sentir através de leves impressões nas pontas dos dedos ou nas palmas das
mãos, os fluidos sendo emanado e a experiência nos mostra que realmente acontece, há
passistas que sentem no centro da palma da mão uma impressão diferente no momento
da aplicação, todavia há ainda outros que sentem a mesma impressão nas pontas dos
dedos. Jacob Melo, no Livro supracitado, nos informa que aqueles que sentem estas
impressões na ponta dos dedos, poderiam ser chamados de Médiuns Passistas Digitais, e
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os que sentem esta leve impressão nas palmas das mãos, seriam os Médiuns Passistas
Palmares. Gostaríamos ainda, de deixar claro que os médiuns que já militam nessa área
e que não sentem estas impressões, de forma alguma devem pensar que não existe
intercâmbio de fluidos nos seus passes, diríamos que estas sensações também se
adquirem por prática e dependem de outros factores na sensibilidade de cada um.
E as mãos deverão ficar conforme o passista se sinta mais tranquilo e relaxado para
desenvolver a aplicação.
Imposição de mãos:
Jacob Melo observa que essa é a técnica mais comum e mais universal de aplicar
o passe.
"(...) basta estender os braços para a frente do corpo, pondo as mãos sobre a(s)
cabeça(s) do(s) paciente(s) (ou sobre outra parte que se deseje magnetizar), ficando as
mãos espalmadas para baixo, sem contracção ou enrijecimento muscular, sem fazer
força ou se posicionar tipo estátua. A par disso, e é o que é mais importante, deve-se
manter orando firme e equilibradamente, pedindo ao Pai bênçãos para o paciente,
accionando a vontade de ajudar, de transmitir bons fluidos, de favorecer a fluidificação
espiritual (se for o caso) e esquecer qualquer vaidade, orgulho, rancor ou problemas
materiais
Se no atendimento que se estiver a fazer não for possível ou aconselhável fazer uso
de qualquer outra técnica que não seja a imposição das mãos, e sentir a necessidade de
fazer, por exemplo, um passe dispersivo, mentalize-se com uma força de vontade para o
tal procedimento, que ele minimizará a falta do dispersivo, patrocinando aquele intento
em condições relativamente satisfatórias." (p. 191)
Passes Longitudinais:
Como técnica, os passes longitudinais são aqueles feitos ao longo o corpo (do
paciente), da cabeça aos pés, de cima para baixo, com as mãos abertas e os braços
estendidos normalmente, sem nenhuma contracção, e com a necessária flexibilidade
para executar os movimentos, de um mesmo lado do paciente (frente, costas ou lado).
Pode ser feito com uma ou duas mãos..."
"Quando é aplicado lentamente (média de 30 segundos da cabeça aos pés) e a uma
distância muito pequena do corpo, cerca de 5 a 15 centímetros, saturam o paciente de
fluidos e, por isso mesmo, são muito activos e excitantes..." (p. 194)
"A experiência nos diz que, quando os longitudinais são feitos lentamente e a uma
distância de 15 centímetros até mais de um metro, se tornam calmantes." (p. 195)
"(...) A determinação da distância será decorrente de três factores: a experiência do
passista, através do "tacto-magnético"; a intuição; ou os dois." (p. 195)
"Os passes longitudinais (...), quando feitos rapidamente (cerca de 5 segundos
para o percurso cabeça/pés) e a uma distância de 15 centímetros ou mais, têm notável
poder dispersivo e a sua acção é também calmante além de regularizar a circulação
sanguínea e fluídica." (p. 195)
Os passes longitudinais "também podem ser executados apenas em certas partes
do corpo com o mesmo efeito. Com isso dizemos que se pode usar o longitudinal só
para as pernas, ou só para os braços, ou apenas para o tronco, e assim por diante..." (p.
195)

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Passes Transversais:
"São executados com os braços estendidos para a frente e as mãos, inicialmente,
posicionadas a uma distância do paciente entre 30 a 50 centímetros; como função, são
essencialmente dispersivos. (...) O passistas, colocado de pé e defronte ao paciente,
estende os dois braços para a frente, as mãos abertas, com a palma e, bem assim, os
polegares para baixo; nessa posição ele abre rapidamente e com muita energia, os
braços no sentido horizontal e depois volta com energia à posição primitiva para
recomeçar logo a seguir da mesma maneira."(p.197/198)
"Pode-se também executar o passe transversal só com uma das mãos. Nesse caso,
o passista impulsiona a mão, batendo vivamente o ar por cima e na altura de 5
centímetros da parte visada, como se fosse agredir o paciente, tendo o cuidado de, ao
repetir o passe, fechar e afastar a mão." (p. 198)
Segundo Jacob Melo, esses passes têm grande poder dispersivo, mas apresentam o
inconveniente de exigir muito espaço lateral para a sua execução, além do risco de bater
acidentalmente no paciente. Argumenta o autor que temos passes mais simples quanto a
técnica, que atingem o mesmo objectivo, razão porque não precisamos usar essa
técnica.
Passes Circulares (palmares):
"Estes passe são executados com a palma das mãos ou com os dedos
(respectivamente: movimentos rotatório palmares e digitais) lentamente, opera-se os
movimentos circulares da direita para a esquerda, e vice-versa, de maneira localizada, e
a uma altura (distância) do corpo do paciente à volta de 10 a 15 centímetros. Quando
aplicados com os dedos, estes deverão estar voltados ao ponto que se deseja magnetizar,
sem rigidez ou contracção muscular. São muito activantes e, por isso mesmo, muito
utilizados quando se pretende tratar, abcessos, obstruções, irritações intestinais, cólicas,
supressões e males em geral do baixo-ventre." (p. 200)
Passes Perpendiculares:
"Como os transversais, estes também são extremamente dispersivos. Devem ser
aplicados a uma pequena distância do corpo do paciente - aproximadamente 5
centímetros - com as palmas estendidas sobre a cabeça e descendo-as rapidamente,
sendo uma pela frente e a outra por trás do corpo do paciente, o que nos indica deva
ficar o paciente de lado para o passista. O seu poder de dispersão geral é muito activo e
extremamente eficiente."(p. 203).

Passes Colectivos:
São os passes aplicados em mais de uma pessoa de uma vez só.
Geralmente quando não existam número de médiuns suficientes com condição para
aplicação do passe individual, numa reunião pública, então um único médium impõe as
mãos sobre os presentes e, invocando as bênçãos divinas, aplica um "passe colectivo."
(p. 214)



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Diagnóstico ou Tacto - Magnético
Tendo em consideração que no momento do passe estamos na condição de
verdadeiros intermediários, seria bom conhecer um pouco mais o irmão que comparece
para o passe, tratando de posicionar as mãos ou a mão primeiramente sobre o coronário
e depois paulatinamente descer, sem se demorar muito, no intuito de sentir as vibrações
do campo vibratório do paciente, as oscilações do seu vigor vibratório, as emanações de
seu corpo perisperitual, tendo em vista descobrir pontos no organismo com vibrações
diferenciadas e problemáticas, mentalmente não estamos doando nada, por enquanto só
estamos a reconhecer o paciente, entrando em relação fluídica com o paciente. Esta
técnica também se desenvolve através da prática. Facultando aos passistas encontrarem
campos em desequilíbrio do paciente, alguns passistas através desta técnica detectam
informações valiosas e que muito auxiliam no tratamento fluidoterápico. Utilizando o
passe dispersivo para assim, de uma certa maneira podermos -clarear‖ o campo
vibratório do paciente e consequentemente localizar com maior facilidade as
desarmonias existentes. Façamos uma rápida comparação da utilidade dos dispersivos
nesta técnica: se uma pessoa está com problemas na região gástrica, o seu campo
vibratório ficará desorganizado. Fazendo uso do tacto-magnético neste momento
poderemos captar uma desorganização é claro, generalizada e não local ou até mesmo
verificar que ele se encontra mais sério na região do abdómen, mas se fizermos um
dispersivo agiremos directamente nos fluidos desordenados, ordenando-os e até mesmo
extraindo-os deixando o foco em desarmonia, mas acessível ao nosso tacto. Da mesma
forma quando fazemos um curativo, primeiramente desinfectamos e depois cuidamos do
foco infeccionado.
15. Passe à Distância
Não há distância para acção dos passes. Os Espíritos Superiores não conhecem as
dificuldades das distâncias terrenas. Podem agir e curar através das maiores lonjuras.
Esse fato, constatado e demonstrado pelo Espiritismo e ridicularizado por cientistas
materialistas está hoje cientificamente comprovado pelas pesquisas em todo o mundo,
através de pesquisas e experiências nos principais centros universitários da actualidade.
A telepatia, transmissão de pensamento, intenções e desejos, e psicapa (1), acção da
mente sobre a matéria, só podem ser negadas hoje por pessoas (cientistas ou não) que
estão cientificamente desactualizadas, e portanto sem autoridade para opinar a respeito.
Não obstante, não se deve desprezar a importância do efeito psicológico da presença do
paciente num ambiente mediúnico ou da presença do passista junto dele. Temos nesse
caso dois elementos importantes de eficácia no tratamento por passes. Nas chamadas
-sessões de irradiações‖, os doentes são beneficiados à distância, não somente em
virtude dos fluidos dirigidos conscientemente pelos encarnados, como pelas energias
extraídas dos presentes, pelos cooperadores espirituais, e conduzidos ao local onde se
encontra o irmão enfermo.


(1) O campo de psi (Fenómeno para psicológico) divide-se em duas áreas: a da
psigama e a da psicapa. Na palavra psigama temos a junção da letra gama à
letra psi e na palavra psicapa a junção da letra kapa. A área de psigama abrange
os fenómenos psi de ordem subjectiva, a percepção extra-sensorial. A área de
psicapa abrange os fenómenos psi de ordem objectiva ou telecinéticos.
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CURSO BÁSICO DO PASSE (TEÓRICO/PRÁTICO)

16. Minigrupos (Lição Nº3)
Leia com atenção os textos distribuídos e responda, por escrito, às
questões:
Minigrupo 1
a) Como entendemos uma brecha e como ela pode acontecer?
b) O que acontece para que o obsessor tenha um domínio mental sobre o obsidiado?
c) Explique e exemplifique o passe longitudinal?
d) Explique e exemplifique o passe perpendicular?
e) Qual o nome cientifico que se dá à transmissão do passe à distância?
f) Diga o que entendem por sintonia e brecha?
Um elemento do grupo funcionará como secretário para posteriormente apresentar as
conclusões.
Minigrupo 2
a) Como podemos atenuar a existência de uma brecha nos trabalhos espíritas?
b) O que é que alguns passistas podem sentir nas mãos quando transmitem o passe?
c) Explique e exemplifique o passe transversal?
d) Qual a função do tacto-magnético no passe?
e) Quais são os dois elementos principais para a eficácia do tratamento à distância?
f) O que é uma obsessão?
Um elemento do grupo funcionará como secretário para posteriormente apresentar as
conclusões.
Minigrupo 3
a) Para termos a Aura equilibrada o que temos que fazer?
b) Em certas circunstâncias o que fazer para substituir um passe dispersivo?
c) Explique e exemplifique o passe circular (Palmar)?
d) Qual o passe auxiliar que ajuda o passista no (tacto-magnético) ao paciente?
e) O que são passes colectivos?
f) De quantas técnicas de passe e seus nomes falamos nesta lição?
Um elemento do grupo funcionará como secretário para posteriormente apresentar
as conclusões
Minigrupo 4
Responder às questões dos Minigrupos 1,2,3
Um elemento do grupo funcionará como secretário para posteriormente apresentar as
conclusões
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CURSO BÁSICO DO PASSE (TEÓRICO/PRÁTICO)

17. Teste (Lição Nº3)
NOME:________________________________DATA: ___/___/
_____

MARQUE A ALTERNATIVA CORRECTA COM UM -X‖.

1.1- Como se chamam as partículas que constituem a matéria?
( ) a- Medas
( ) b- Granjas
( ) c- Átomos
( ) d- Protões

1.2- Os nossos fluidos estão sujeitos a quê?
( ) a- À luz.
( ) b- Aos pensamentos.
( ) c- Aos pensamentos e emoções.
( ) d- Ao bom humor.

1.3- Deus criou os espíritos e que mais?
( ) a- O homem.
( ) b- O animal.
( ) c- O FCU.
( ) d- O diabo.

1.4- Quem permite que os espíritos se reconheçam uns aos outros?
( ) a- O clima.
( ) b- O local conhecido.
( ) c- O perispírito.
( ) d- O FCU.

1.5- O que é a energia?
( ) a- Força
( ) b- Fluidos.
( ) c- Electricidade .
( ) d- Mecânica.

1.6- A energia que se transmite no passe e feita de?
( ) a- Epiderme a epiderme.
( ) b- Aura a aura.
( ) c- Perispírito a perispírito
( ) d- Corpo a corpo

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CURSO BÁSICO DO PASSE
(TEÓRICO/PRÀTICO)

4ª Lição




18-AUTO PASSE

19- ALGUMAS REGRAS A TER EM CONSIDERAÇÃO

20- ÁGUA FLUIDIFICADA

21- OBRAS CONSULTADAS

22-MINIGRUPOS

23- TESTE






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18. Auto passe
-O auto passe, no sentido espiritual do termo, existe. E como é ele? É, em técnica,
o mais simples de todos, mas em execução, às vezes nem tanto; trata-se da oração, da
prece sentida, salutar, verdadeira e pura.‖ Jacob de Melo
-A oração é sempre um passe, um auto passe.‖ Roque Jacinto
-Em geral, não é quem ora para si mesmo que é curado. É quem ora pelos
outros.‖ José L3homme
-A prece, que é um pensamento, quando fervorosa, ardente, feita com fé,
produz o efeito de uma magnetização, não só chamando o concurso dos bons espíritos,
mas dirigindo ao doente uma salutar corrente fluídica.‖ Allan Kardec
-... para curar pela acção fluídica, os fluidos mais depurados são os mais
saudáveis, e esses fluidos benéficos são dos Espíritos Superiores, então é a ajuda deles
que é preciso obter. Por isso a prece e a invocação são necessárias. Mas para orar e,
sobretudo, orar com fervor, é preciso fé. Para que a prece seja escutada, é preciso que
seja feita com humildade e dilatada por um real sentimento de benevolência e caridade.‖
Allan Kardec
19. Algumas regras a ter em consideração
O médium não deve aplicar passe quando:
Não se sentir confiante;
Estiver com sentimentos negativos e não os conseguir superar;
Tiver vícios como o uso regular de álcool, tóxicos, alimentar-se desregradamente
ou usar práticas que promovam desgastes físicos exaustivos e desnecessários. Se fumar,
diminuir o hábito no dia de trabalho de passes; combater gradativamente este vício até
eliminá-lo de todo, para o aperfeiçoamento do serviço de passes;
Estiver com e estômago muito cheio ou após ter-se alimentado de maneira
-pesada‖;
Submetido a tratamento que prescreva medicamentos controlados (especialmente
aqueles que agem no sistema nervoso central);
Em idade avançada e com visível esgotamento fluídico ou portando deficiências
orgânicas impeditivas;
Se é criança ou muito jovem ainda;
Se encontrar estafado física e/ou mentalmente;







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Incorporação durante o passe:
-O momento do passe não é o de evocação‖.
Não é o de doutrinação dos desencarnados.
Não é o de orientação formal do enfermo
O momento do passe é, e deve ser, simplesmente: o instante de transfusão fluídica
que alivia as opressões espirituais ou fluídicas inferiores, renovando o ânimo do
paciente, hipnotizando-lhe os componentes físicos no restabelecimento do equilíbrio
perdido.
Quando o paciente trouxer o hábito de manifestações indisciplinadas, e que surgem
logo que se inicia o passe, caberá ao passista levá-lo a desconcentrar-se da zona mental
deletéria. Pedirá que relaxe os músculos. Desligá-lo-á de quaisquer pensamentos sobre a
Espiritualidade." (Roque Jacintho, p. 45).
"Tratando-se de passe em compartimento colectivo (como o nosso) e não havendo
como prevenir e nem impedir que tal facto ocorra (incorporação do paciente), agir
moderadamente, aguardando que o serviço do passe na nessa ocasião, seja concluído,
enquanto um passista ficará "a controlar" o paciente em incorporação. Logo que termine
essa "rodada" de passes, agir individualmente com o paciente em questão, procurando
despertá-lo e fazê-lo assumir o controlo de si mesmo para, depois, dar sequência ao
trabalho do passe.
Pacientes nesta situação, normalmente devem ser encaminhados para assistirem a
palestras e, se possível, participarem de reuniões ou grupos de estudos doutrinários,
além dos tratamentos de desobsessão, interditando, contudo, que participem de qualquer
modalidade de reunião mediúnica nessas condições."(Jacob Melo, p. 336)
-A técnica espírita não é de violência, como nas práticas superadas do exorcismo,
mas de esclarecimento e persuasão. A ajuda fluídica ao médium envolvido se faz apenas
através da imposição das mãos, sem tocar o médium. Certas pessoas aflitas ou mal
iniciadas no assunto procuram segurar o médium, agarrá-lo com força. Isso serve apenas
para provocar reacção da entidade, provocando tumulto na reunião. O médium
descontrola-se ainda mais e a entidade se aproveita disso para tumultuar a reunião.
Chama-se o médium pelo nome, pede-se a ele que reaja e adverte-se a entidade para
acalmar-se, sem o que se prejudicará a si mesma. Não se deve esquecer que a força do
passe é espiritual e não força física. Os Espíritos auxiliares estão ao redor e retiram a
entidade rebelde. O passista (novato) precisa de estar instruído sobre a possibilidade
dessas ocorrências e sobre o comportamento certo a adoptar e estas observações devem
ser sempre repetidas‖.
O responsável de encaminhar as pessoas para o passe deve estar atento para
identificar os pacientes com possíveis descontrole mediúnico, para serem atendidos por
último para não complicar o andamento dos trabalhos de passes




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20. A Água Fluidificada
A água é um dos corpos mais simples da Terra. É como que a base pura, em
que a medicação do Céu pode ser impressa, através de recursos substanciais de
assistência ao corpo e da alma, embora em processo invisível aos olhos dos mortais.
A existência de uma matéria elementar única está hoje quase geralmente admitida
pela Ciência. Todos os corpos da natureza nascem dessa matéria que, pelas
transformações por que passa, também produz as diversas propriedades desses mesmos
corpos. Daí vem que uma substância salutar pode por efeito de simples modificação,
tornar-se venenosa, facto que a Química nos oferece inúmeros exemplos. Toda gente
sabe que, combinadas em certas proporções, duas substâncias inofensivas podem dar
origem a uma que seja má (que ataca a saúde). Uma parte de oxigénio e duas de
hidrogénio, ambos inofensivos, formam a água. Juntai um átomo de oxigénio e tereis
um líquido corrosivo: água oxigenada. Sem mudança nenhuma, mudança das
proporções, às vezes, a simples alteração do modo de agregação molecular, basta para
mudar as suas propriedades. Assim é que um corpo opaco pode tornar-se transparente e
vice-versa, como o caso do brilhante e o carvão (1). Essa qualidade especial do carvão
fornece-nos a solução de um facto bem conhecido em magnetismo, mas inexplicado até
hoje: o da mudança das propriedades da água, por obra da vontade. O Espírito actuante
é o do magnetizador, quase sempre assistido por outro Espírito. Ele opera transmutação
por meio do fluido magnético que, como atrás dissemos, é a substância que mais se
aproxima da matéria cósmica.

(1) Só como informação." Foi preciso esperar pelo século 17 e pelo trabalho de Lavoisier
para sair do divino e descobrir a composição química do diamante", afirma Michel
Guiraud director do laboratório de mineralogia do Museu. Hoje sabemos que esta
pedra preciosa é como o carvão e a grafite de lápis, constituída de carbono com uma
proporção mínima de impurezas. E que ela adquire a sua extrema dureza e a sua
transparência graças à estrutura particular dos átomos de carbono que se ligam de
forma inquebrantável".
CATALIZAÇÃO DE ENERGIAS
Conhecedor das possibilidades de que a água é indicada para catalisar energias
de várias ordens, a fluidificação ou magnetização da mesma é de relevante resultado;
quando realizada através da oração, envolvida pela fé e pelo amor. Ao ser ingerida, o
organismo absorve as quinta-essências que vão actuar no perispírito à semelhança do
medicamento homeopático, estimulando os núcleos vitais donde procedem os elementos
para elaboração das células físicas e onde, em verdade, se estabelecem os pódromos
(mal estar) da saúde como da enfermidade.
No tratamento ministrado pelos Espíritos amigos, a água fluidificada,
para um doente, terá o mesmo efeito em outro enfermo?
A água pode ser fluidificada, de modo geral, em benefício de todos; todavia,
pode sê-lo em carácter particular para determinado enfermo, e neste caso, é conveniente
que o uso seja pessoal e exclusivo.
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Existem condições especiais para que os Espíritos amigos possam fluidificar a água
pura, como sejam a presença de médiuns curadores, reunião de vários elementos, etc?
A caridade não pode atender a situações especializadas. A presença de
médiuns curadores, bem como as reuniões especiais, de modo algum pode constituir o
preço do benefício aos doentes, porquanto o recurso dos guias espirituais, nessa esfera
de acção, pode independer do concurso medianímico, considerando o problema dos
méritos individuais.
Resumo
A água, um dos corpos mais simples da natureza, pode ser modificada por acção
fluídica para se tornar portadora de propriedades curativas, quando magnetizada por
acção da prece e do amor.
Ao ser ingerida o organismo absorve as quinta-essências que vão actuar no
perispírito, à semelhança do medicamento homeopático, estimulando os núcleos vitais.
A água pode ser fluidificada em carácter genérico ou específico. No segundo caso,
assim como ocorre com medicamentos, recomenda-se que esta seja utilizada somente
pela pessoa a qual se destina este auxílio específico.


21. Obras consultadas
O LIVRO DOS ESPÍRITOS - Allan Kardec
O LIVRO DOS MÉDIUNS - Allan Kardec
O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - Allan Kardec
O CÉU E O INFERNO - Allan Kardec
A GÊNESE - Allan Kardec
OBRAS PÓSTUMAS - Allan Kardec
COLEÇÃO -REVISTA ESPÍRITA‖ - Allan Kardec.
OS 16 VOLUMES DA SÉRIE -ANDRÉ LUIZ‖ - psicografada por Francisco
Cândido Xavier - FEB.
O PASSE, SEU ESTUDO, SUAS TÉCNICAS, SUA PRÁTICA- Jacob Melo
- FEB.
ESTUDOS SOBRE MEDIUNIDADE - Martins Peralva - FEB.
ESPIRITISMO PARA INICIANTES - NOVA EDITORA.
O PASSE MAGNÉTICO -Salvador Gentile - IDE.
OBSESSÃO, O PASSE, A DOUTRINAÇÃO - Herculano Pires - Ed.
PAIDÉIA.
APOSTILA DE PASSES PELA U. S. E.-SP (União das Sociedades Espíritas
de São Paulo)
O REFORMADOR, MAIO 96 - FEB.
CAMINHO, VERDADE E VIDA - EMMANUEL / Francisco Cândido
Xavier - FEB




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CURSO BÁSICO DO PASSE (TEÓRICO/PRÁTICO)

22. Mini grupos (Lição Nº4)
Leia com atenção os textos distribuídos e responda, por escrito, às
questões:
Mini grupo 1
a) O que diz Jacob de Melo acerca do auto passe?
b) Explique o 1º parágrafo -O médium não deve aplicar o passe‖.
c) Porque não se deve evocar no momento do passe?
d) Explique o 1º parágrafo -Catalização de Energias‖.
e) Explique o 5º parágrafo -Auto Passe‖.
f) Explique o 5º parágrafo -O médium não deve aplicar o passe‖.
Um elemento do grupo funcionará como secretário para posteriormente apresentar as
conclusões.
Mini grupo 2
a) Porque não se deve doutrinar no momento do passe?
b) Explique o 5º parágrafo -Incorporação durante o passe‖.
c) Explique o 2º parágrafo -O médium não deve aplicar o passe‖.
d) Explique o 2º e 3º parágrafos -Catalização de Energias‖.
e) Explique o 1º parágrafo -Resumo‖.
f) Explique o 6º parágrafo -O médium não deve aplicar o passe‖.
Um elemento do grupo funcionará como secretário para posteriormente apresentar as
conclusões.
Mini grupo 3
a) Explique o 3º parágrafo -Incorporação durante o passe‖.
b) Explique o 3º parágrafo -O médium não deve aplicar o passe‖.
c) Explique o 4º e 5º parágrafo -Catalização de Energias‖.
d) Explique o 2º parágrafo -Resumo‖.
e) Explique o 3º parágrafo -Resumo‖.
f) Explique o 8º parágrafo -O médium não deve aplicar o passe‖.
Um elemento do grupo funcionará como secretário para posteriormente apresentar
as conclusões
Mini grupo 4
Responder às questões dos Mini grupos 1,2,3
Um elemento do grupo funcionará como secretário para posteriormente apresentar as
conclusões

Associação Paz e Amor de Viana do Castelo

29
Rua Cidade de Recife lote 5/6 Apartado, 113
4900-379 Viana do Castelo

CURSO BÁSICO DO PASSE (TEÓRICO/PRÁTICO)

23. Teste (Lição Nº4)
NOME:________________________________DATA: ___/___/
_____

MARQUE A ALTERNATIVA CORRECTA COM UM -X‖.

1.1- Qual é a técnica do auto passe?
( ) a- A fé
( ) b- A prece
( ) c- O amor
( ) d- Prece elevada

1.2- Para ti, qual é a regra mais importante para não dar o passe?
( ) a- 2º Parágrafo?
( ) b- 3º Parágrafo?
( ) c- 4º Parágrafo?.
( ) d- 6º Parágrafo?

1.3- Ao dar o passe, havendo entidade, o passista deve doutrinar ?
( ) a- Sim
( ) b- Não.
( ) c- Não sei.
( ) d- Tenho dúvidas.

1.4- Ao dar o passe o passista deve orientar o paciente ?
( ) a- Sim.
( ) b- Nao.
( ) c- Não sei.
( ) d- Tenho dúvidas.

1.5- A água ao ser fluidificada é para uso geral ou depende?
( ) a- É para uso geral
( ) b- É para uso geral ou pessoal .
( ) c- Não sei .
( ) d- Tenho dúvidas.

1.6- Das obras consultadas o livro dos Espíritos trata de:
( ) a- Filosofia Espírita.
( ) b- Ciência Espírita.
( ) c- Moral Espírita.
( ) d- Não sei